Intercâmbio não é mais só Desejo de Jovem

Intercâmbio não é mais só Desejo de Jovem

por Residencial Santa Cruz em 16/10/16

Idosos brasileiros estão despertando para o intercâmbio e atraindo a atenção de empresas de viagens de estudos. Já há cursos especificamente desenhados para eles.


Intercâmbio não é mais só Desejo de Jovem

Agentes de viagem perceberam que essa prática – já muito comum entre os alemães e escandinavos – avança entre os idosos brasileiros. A tal ponto que a CVC, uma das mais tradicionais empresas especializadas em turismo, abriu uma divisão de intercâmbio destinada aos que superaram a casa dos 60 anos.

O maior tempo disponível permite que os seniors procurem cursos na baixa temporada e consigam preços mais baratos que os jovens, cuja disponibilidade basicamente se restringe ao período das férias escolares.

Existem outras diferenças no perfil de viagens para estudo escolhidas por jovens e idosos. Pessoas com mais de 70 anos procuram lugares com clima melhor, como França, Espanha e Itália.

Quanto ao tempo do intercâmbio, os jovens preferem cursos com duração mínima de seis meses. Já os que tem mais de 60, escolhem programas mais curtos.

Normalmente, os cursos para idosos são menos acadêmicos. Mais voltado ao dia a dia, para que eles possam, por exemplo, aprender a pedir um vinho na Itália ou na França.

É também mais comum o jovem morar na casa de uma família no país escolhido para o intercâmbio. A escolha da “Turma dos Enta” (50, 60, 70, 80, 90) mostra preferência pela privacidade. Não é raro alugarem apartamento para passar a temporada de estudos.

Mas há os que curtem companhia, de qualquer idade. A convivência com outras pessoas é algo estimulante para o idoso.


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